A princípio todos os métodos de oxidação têm seus prós e contras. O cloro ainda é o mais usado, tanto  pela  eficiência comprovada  como pelo custo, uma vez que os outros tratamentos podem ser bem mais caros do que os feitos com cloro.

Estudo  realizado pela Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, comprovou que o uso do cloro na desinfecção de alimentos mata de 10 a 100 mil micróbios a mais  que  as alternativas tradicionais. Entre as bactérias eliminadas pelo cloro está o E. coli, causador de patologias como infecção urinária e diarréia.

Em  relação  à  eliminação  de  microrganismos  o  cloro  tem  eficiência  comprovada. Alguns microrganismos inativados pelo cloro: Poliovírus tipo 1, Rotavírus, Adenovírus purificado 3, Coxsackie  purificado  A2,  Hepatite  infeccioso,  Escherichia  coli,  Estafilococos,  Estafilococos aureus, Coliformes, etc.
 
Quais as vantagens do cloro sobre outros produtos alternativos, tais como ozônio e ultravioleta?


Há  duas  vantagens  fundamentais.  A  primeira  é  a  eficiência,  pois  o  cloro  mantém  seu residual  na  água,  o  que  impede contaminações  posteriores.  Tanto  o  ozônio  como  o ultravioleta, apesar de desinfetarem a água, não mantêm residual, necessitando aplicação contínua e controle de qualidade complexo.

No caso do cloro, se o  residual está dentro da faixa  recomendada,  a  água  é  adequada para uso. A  segunda  grande  vantagem é o  custo, uma vez que os tratamentos alternativos podem ser de 10 a 15 vezes mais caros do que os feitos com cloro.

Qual é a forma correta de fazer o tratamento das piscinas com cloro?

O cloro vem sendo usado, há mais de um  século, como desinfetante de água de piscinas, com muito sucesso, pois possui três características essenciais:

Atua como um rápido e persistente sanitizante, é um algicida efetivo e é um forte oxidante, substância que elimina materiais orgânicos que podem alterar a cor da água, gerar odores ou formar limo. Para que esse  processo seja eficaz,  o  cloro deve  ser  regularmente  adicionado  na  piscina  e  testado diariamente.

Basicamente, há três etapas de tratamento na piscina:

  • Tratamento físico - é a limpeza física da água ou a remoção da sujeira visível (filtração, aspiração, peneiramento, escovação);
  • Controle de pH - o pH indica se a água está ácida (pH menor que 7), neutra (pH igual a 7) ou básica (pH maior que 7);
  • Desinfecção - destruição de microorganismos nocivos à saúde, tais como bactérias, vírus, protozoários, vermes, fungos, algas, entre outros.

Referências:

MAIERÁ, NILSON. Piscinas Litro a Litro. 1ª edição. São Paulo: Esedra Editora. 2000.